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Pix por aproximação é a grande novidade no mercado. Entenda como funcionam as opções

Foto: Agência Brasil/Bruno Peres
Tempo de Leitura: 3 minutos

 

  • Segundo garante o Banco Central: “Pix por aproximação envolve procedimentos robustos de segurança em todas as operações”

A partir desta 6a. feira (28/02/2025), as instituições financeiras serão obrigadas a oferecer mais uma modalidade de transferência via Pix que dispensa a necessidade de digitar a senha bancária.

A oferta do Pix por aproximação passa a ser obrigatória, neste momento apenas para celulares Android.Com a funcionalidade, basta o cliente encostar o celular na maquininha de cartão e fazer o Pix por meio da tecnologia Near Field Communication (NFC).

Nas compras pela internet, o Pix será concluído com apenas um clique, sem a necessidade de captar o Código QR ou usar a função Copia e Cola do Pix. O processo será executado dentro do site da empresa vendedora.

O valor máximo por transação será R$ 500. O cliente poderá diminuir o limite por operação e criar um valor máximo por dia para essa modalidade do Pix.

O procedimento é semelhante ao utilizado com cartões de crédito e de débito, cujos pagamentos por aproximação têm se expandido no país.

Em setembro do ano passado, 65% dos pagamentos presenciais foram feitos por aproximação, por cartões ou outros dispositivos, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Até agora, o Pix por aproximação estava em fase de testes. Entre os bancos e instituições de pagamento que testavam a tecnologia estão Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, C6, Itaú, PicPay e Santander.

Um total de 12 marcas de maquininhas firmaram parceria com o Google para estender o pagamento por aproximação ao Pix: Azulzinha, Bin, Cielo, Fiserv, Getnet, Mercado Pago, Pagbank, Rede (que pertence ao Itaú), Safra Pay, Sicredi, Stone e Sumup.

Com a obrigatoriedade da oferta, todas as instituições financeiras associadas ao open finance, que envolve o compartilhamento de dados entre elas, terão de estar no Google Pay (carteira digital do Google) e ofertar o Pix por aproximação.

Isso ocorre porque, até o momento, apenas o Google Pay está cadastrado no Banco Central (BC) como iniciadora de pagamento.

Como a Apple Pay e a Samsung Pay não estão registradas no BC, o Pix por aproximação estará disponível apenas para os dispositivos móveis do sistema Android, que usam o Google Pay.

Pelo menos dois bancos, Bradesco e Banco do Brasil, oferecem a tecnologia dentro de seus aplicativos. A expectativa é que outros bancos passem a oferecer a funcionalidade em seus aplicativos a partir desta sexta.

Como habilitar o celular e o Google Pay
  • Habilitar a tecnologia NFC no celular, na abas “Configurações” e, em seguida, “Conexões” ou “Dispositivos conectados;
  •   Abrir o aplicativo Carteira do Google;
  • Clicar em “Adicionar à carteira”, na parte inferior do aplicativo;
  •  Clicar em “Cartão de pagamento”;
  •  Clicar em “Novo cartão de débito ou de crédito”; e
  •  Seguir as demais instruções.
Como usar o Pix por aproximação com carteira digital
  •  Com a conta bancária associada ao Google Pay, pedir o pagamento via Pix ao estabelecimento com maquinhas que ofereçam a tecnologia;
  •   Aproximar o celular desbloqueado do Código QR exibido na maquininha;
  •   Confirmar a transação na tela do celular;
  •  Confirmar a proteção cadastrada no celular – impressão digital, reconhecimento facial, senha do celular ou chave de segurança;
  •   Transação concluída.
Como usar o Pix por aproximação no aplicativo do banco
  • Abrir o aplicativo do banco e escolher a opção “Pix por aproximação”;
  • Aproximar o celular do Código QR exibido na maquininha;
  • Seguir as demais instruções do aplicativo;
  • Procedimento pode variar conforme a instituição financeira. No Banco do Brasil, o aplicativo pedirá a senha bancária para transações acima de R$ 200.

<Com apoio de informações/fonte: Empresa Brasil de Comunicação-EBC/Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil >